Ás vezes eu só queria não ser eu por algumas semanas.
Preciso fugir, mergulhar em algum riacho e por algum tempo esquecer que existe um mundo além do meu infinito particular. Sou só eu e eu.
Não existe faculdade, família, amigos, problemas. Apenas eu, um Adão, ou um ser autótrofo.
Hoje estou cansado.
Tchau.
terça-feira, 26 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Um dia atípico qualquer.
Era manhã de um sábado de junho.
Manhã chuvosa e fria, de um sábado de junino.
Num bar de esquina haviam algumas mesas e cadeiras de madeira. Vazias. Alguns garçons passavam um pano laranja com algo liquido tentando mantê-las limpas, e para evitar que acumulasse as muitas folhas que caiam da grande árvore que havia na calçada.
Em um lugar na calçada do bar, próximo a esquina, havia um homem, um jornal em suas mãos, sua mesa, um copo com resto de café. Lia o seu jornal pacientemente. Suas pernas estavam cruzadas. A perna direita sobre a perna esquerda. Sua calça era social, e a blusa era de moleton.
Ventava muito e a chuva começara a ficar mais intensa, apesar de suas gotas finas a chuva era intensa.
Poucos carros passavam naquela rua que outrora costumava ser movimentada.
A cidade estava quieta. Era um dia atípico. Não havia motivos para ser, mas era.
De repente o homem abaixa o jornal, acende o seu câncer, e traga aquela fumaça para dentro de suas entranhas. Guarda seu isqueiro. Solta calmamente a fumaça que se dissipa em questão de segundos.
O cigarro entre os dedos da mão esquerda enquanto dobrava o jornal e o punha em cima da mesa.
Outro trago.
Ele observa o garçom, seu empenho em manter o ambiente limpo, contra a natureza e seus ventos de folhas.
As folhas caiam com uma delicadeza sobre as mesas e depois vinham ao chão devido aos ventos.
Ele fixou-se naquilo. No cair das folhas. Das úmidas folhas.
Manhã chuvosa e fria, de um sábado de junino.
Num bar de esquina haviam algumas mesas e cadeiras de madeira. Vazias. Alguns garçons passavam um pano laranja com algo liquido tentando mantê-las limpas, e para evitar que acumulasse as muitas folhas que caiam da grande árvore que havia na calçada.
Em um lugar na calçada do bar, próximo a esquina, havia um homem, um jornal em suas mãos, sua mesa, um copo com resto de café. Lia o seu jornal pacientemente. Suas pernas estavam cruzadas. A perna direita sobre a perna esquerda. Sua calça era social, e a blusa era de moleton.
Ventava muito e a chuva começara a ficar mais intensa, apesar de suas gotas finas a chuva era intensa.
Poucos carros passavam naquela rua que outrora costumava ser movimentada.
A cidade estava quieta. Era um dia atípico. Não havia motivos para ser, mas era.
De repente o homem abaixa o jornal, acende o seu câncer, e traga aquela fumaça para dentro de suas entranhas. Guarda seu isqueiro. Solta calmamente a fumaça que se dissipa em questão de segundos.
O cigarro entre os dedos da mão esquerda enquanto dobrava o jornal e o punha em cima da mesa.
Outro trago.
Ele observa o garçom, seu empenho em manter o ambiente limpo, contra a natureza e seus ventos de folhas.
As folhas caiam com uma delicadeza sobre as mesas e depois vinham ao chão devido aos ventos.
Ele fixou-se naquilo. No cair das folhas. Das úmidas folhas.
Sociedade
Eu me contradigo.
Tu se contradizes.
Eles se contradizem.
E assim Nós vivemos.
Eis, então, a sociedade.
Tu se contradizes.
Eles se contradizem.
E assim Nós vivemos.
Eis, então, a sociedade.
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